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Infância não é carreira e filho não é troféu

Por Renata Santiago

Ao ter acesso ao texto Infância não é carreira e filho não é troféu, me identifiquei com a fala que traz a seguinte colocação: “uma das melhores coisas que podemos oferecer a nossos filhos é uma infância simples e despreocupada”.

Vivemos um tempo em que as crianças possuem uma agenda própria, cheia de compromissos, aulas, horários e esquecemos muitas vezes de deixar espaço entre uma atividade ou outra para não fazer nada, para simplesmente brincar, curtir a alegria da infância e nada mais. Esta tem sido uma de minhas preocupações em meu papel como educadora, e recentemente como orientadora educacional.

Até que ponto, determinamos o número de atividades dos nossos filhos como algo importante para eles, ou para realizarmos nossos objetivos pessoais que foram frustrados? Vale a pena gastar um tempo lendo o texto e meditando sobre o assunto. Boa leitura!

http://iadparana.com.br/infancia-nao-e-carreira-e-filho-nao-e-troféu/

Fonte: Instituto da Infância e da Adolescência do Paraná – IAD

 

De professor a aluno

Professora do 5° ano conta sua experiência em ter sua aula filmada transformada em objeto de estudo entre seus colegas.

Por Maria Rita Freitas Balistrieri

O ano letivo começou e nossos estudos semanais também. ano foi escolhido para iniciar a formação contínua. As primeiras filmagens são sempre menores, porém o medo de errar é gigantesco.

Que bom que já passou. Estar segura de seu trabalho e compreender que este é um momento de melhorar e aprender, nem sempre são suficientes para minimizar a responsabilidade de compartilhar com as colegas sua atuação em sala de aula e saber que ela será o tema de discussão da equipe, ainda assim é muito prazeroso para nós, professoras do Tatibitati e Átrio, que encaramos este trabalho como forma de aprendizado.

Escolhi uma atividade de Língua Portuguesa e um conteúdo cuja discussão em sala seria interessante. E foi! Falávamos de pronomes demonstrativos, suas funções e uso.
Assistir minha aula com os demais professores foi muito bacana. Ouvir deles os pontos positivos e os que poderiam ser melhorados me fez ter um novo olhar para detalhes que antes, não me dei conta, pois cada colega focalizara um ponto diferente do meu.
Tenho certeza de que estamos no caminho certo, ao nos colocarmos no lugar de nossos alunos que fazem a tarefa e têm medo de perceber o erro, de se expor.

Que engano! Assim como eles, tive a experiência do aprendizado coletivo e percebi quantas coisas incríveis temos em nossa escola, mas quantas ainda temos a alcançar. Isso é querer fazer sempre mais e melhor.

Eu amei! Como num brinquedo bacana: posso ir de novo?!